Irmã safada entrou no meu quarto escondida


Irmã safada entrou no meu quarto escondida pra me consolar.
Eu descobri que fui traido. Estava muito triste. Chorei a noite inteira.
Então minha doce irmã safada entrou no meu quarto escondida e me fez uma deliciosa surpresa.





Como diz o grande filosofo Falcão. O chifre foi feito para o homem. O boi usa de enxerido.
Eu bebi deste cálice amargo. Descobri que minha namorada estava me traindo.
Foi uma noite terrível. Fui pra casa. Me tranquei no quarto e chorei muito.
Me senti o pior homem do mundo. Até minha masculinidade coloquei em dúvida.
Será que não fui homem suficiente? Eu não dei carinho ou atenção.
Mil coisas passam pela nossa cabeça. E intimamente a gente se culpa. Acha que o problema é a gente.
Minha doce e amada irmã, queria me ajudar. Me chamou inúmeras vezes pra conversar.
Mas eu não queria falar com ninguém.
Bom depois de tanto chorar acabei adormecendo.
Enquanto estava dormindo senti uma sensação muito gostosa.
Uma euforia um tezão. Pensei ser o resultado de algum sonho erótico.
Mas aquilo estava muito intenso para ser apenas um sonho.
Vou despertando aos poucos e vejo movimentação debaixo do lençol
Quando ergo o lençol tenho uma grande surpresa.
Vejo minha doce irmã, chupando o meu pau.
(José Roberto) - Maninha o que você está fazendo ai.
(Clarice) - Rs. Acho que é meio obvio né?
(José Roberto) - Você está louca? Somos irmãos.
(Clarice) - E dai? Só quero que você se sinta melhor. Já que você não quer conversar, achei que isso iria te fazer bem.
Bem que eu queria continuar argumentando.
Mas as deliciosas chupadas da minha irmã me roubaram o juizo.
Ela lambia e chupava com tanto carinho. E aquilo estava mexendo com a minha líbido e principalmente curando a minha auto estima.
Minha irmã é uma super gata. Do tipo que pode ter qualquer homem do mundo.
Uma linda morena de cabelos castanhos. Estava usando calcinha e sutiã verde escuro.
A boca era maravilhosa e muito carnuda. Ela sabia alternar chupadas vigorosas com lambidinhas sensuais.
Punhetava o meu pau e lambia as minhas bolas.
Sinceramente era tarde demais para detê-la. Já tínhamos ultrapassado os limites impostos pela sociedade.
Admito eu e minha irmã sempre nos demos muito bem desde criança.
E as primeiras descobertas sobre nossos corpos foi um com o outro.
Nossa mãe nunca soube. Mas a gente via as revistas porno do Papai e tentava fazer igual.
Com o tempo a inocência foi embora e a vergonha apareceu por isso paramos com essas brincadeiras picantes.
Mas acredito que o desejo continuava latente tanto em mim quanto nela.
(Clarice) - Tá gostando maninho?
(José Roberto)  - Muito. Ahhh!! Você é uma delicia.
(Clarice) - Lembra quando a gente era criança e eu beijei o seu pau pela primeira vez. Eu era uma bobinha. Achei aquilo meio nojento. Mas agora eu estou adorando mamar a sua rola. Ela cresceu bastante e tá bem dura. Cheia de veias e muito quentinha.
Ela falava essas coisas e chupava e lambia e acariciava minhas coxas e a minha barriga me levando a loucura.
Eu sentia meu pau roçando na língua dela. Uma boca tão quente e molhada.
Melhor que muita buceta.
Ela empinava a bunda pra me provocar. Jogava seu cabelo para o lado. Pra me deixar ver seu rostinho de anjo se acabando na minha piroca.
Ela lambia gostoso minhas bolas e punhetava com carinho a minha glande.
Meu pau já estava pulsando de tanto tezão.
Beijei a boca dela, e comecei a tirar a sua lingerie.
Eu queria muito retribuir o carinho, dando muito prazer a minha doce irmã
Ela ficou de ladinho. Eu logo atrás dela. Ela abriu bem suas pernas Entrelaçando a coxa dela na minha.
Deixando sua bucetinha desprotegida. Então por traz eu encaixei minha piroca na xaninha dela.
E comecei a foder. Enquanto acariciava seus seios e beijava a sua nuca.
Ela rebolava gostoso. Parecia estar gostando muito
Ela ajudava no vai e bem empurrando a sua bundinha pra traz.
Assim meu pau entrava bem no fundo.
Depois ela rebolava. E eu sentia meu pau acariciando seus lábios vaginais.
Ela estava muito ofegante e gemia muito.
Fiquei com medo de acordar nossos pais.
Mas este medo só aumentava o nosso tezão.
Eu fodia a bucetinha carnuda dela, enquanto acariciava seus seios e beijava a sua boca.
Eu sei. Parece errado o que vou dizer. Mas eu sentia que amava a minha irmã de verdade.
Nunca foi assim tão gostoso e tão intenso com ninguém.
Comecei a beijar e a chupar seus seios. O mamilo dela era delicioso
Tinha seios médios, durinhos e perfeitos. Cabiam direitinho na minha boca.
Eu passava a lingua nos seus mamilos e depois mordiscava o biquinho.
Eu senti ela indo a loucura. A sua bucetinha estava enxarcada de tanto tezão.
Ai ela quiz mudar de posição. A safada sabe que sou louco por uma bunda. Ficou em pé.
Se apoiou na comoda empinou a bundinha pra eu foder a bucetinha.
Pequei ela de jeito. Como a bucetinha já estava bem lubrificada.
Eu comecei a meter rápido e com força.
Todo o corpo dela tremia. A cada estocada que eu dava eu via a bunda e os seios dela balançando.
E aquilo me deixava mais louco.
Ela gemia e gritava cada vez mais alto.
O clima era muito forte e intenso. Continuei bombando sem parar.
Tínhamos que gozar logo. Antes que nossos pais acordassem com tanto barulho.
Mas não foi difícil. Minha irmã é muito linda e gostosa. E a minha pegada foi forte.
O tezão recolhido de tantos anos na vontade sem fazer nada.
Explodia agora num intenso e delicioso gozo.
Eu e minha irmã estamos completamente apaixonados.
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